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May 5, 2026

Adamastor Furia foi sinónimo de superação, de proximidade e de capacidade técnica no Caramulo Motorfestival 2026
A presença do Adamastor Furia no Caramulo Motorfestival 2026 permitiu escrever um novo e importante capítulo na história daquele que é o primeiro supercarro português e da própria marca nacional. Foi um capítulo marcado por episódios de superação, de proximidade com o muito público presente e também de demonstração de capacidades reais. Agora de regresso a casa, a sua equipa de desenvolvimento irá analisar o que sucedeu ao longo de um fim de semana de elevada intensidade e adrenalina, preparando o próximo encontro do Furia com o público nacional.

A presença do Adamastor Furia no Caramulo Motorfestival 2026 voltou a sublinhar a natureza singular daquele que é, orgulhosamente, o primeiro supercarro português. Ao longo de um extenso fim de semana de atividades, muitas delas bem além do domínio desportivo, o Furia demonstrou não só o seu atual estágio de desenvolvimento e de performance, mas também a maturidade técnica e a capacidade de evolução contínua que caracterizam este inigualável projeto nacional. 

Envolvendo toda uma vasta equipa que o suporta em termos de desenvolvimento, o evento organizado pelo Museu do Caramulo serviu como palco ideal para reforçar a ligação entre a marca portuguesa e o público nacional, num ambiente onde a paixão pelo automobilismo se vive sempre muito intensamente.

“Espelho da fusão entre engenharia portuguesa de excelência, performance pura e a energia contagiante dos milhares de entusiastas que todos os anos transformam o cenário verde da Serra do Caramulo num verdadeiro santuário automóvel, o Adamastor Furia apresentou-se na mítica Rampa do Caramulo, ali demonstrando as suas mais recentes evoluções, algumas aplicadas ao visceral motor V6 de origem Ford Performance, na crescente precisão do seu chassis e no domínio da aerodinâmica, bem como a personalidade irreverente que define todo o projeto”, refere Frederico Ribeiro, engenheiro de desenvolvimento da Adamastor. 

Mas como acontece em muitos eventos de motorsport de elevada exigência, por vezes “não há bela sem senão”, sendo que um dos momentos do fim de semana viria a ser a adversidade enfrentada no final de uma das sessões de rampa, quando, no regresso ao ponto de partida, rodando a baixa velocidade, uma roda se soltou inesperadamente da viatura. 

“O episódio, que poderia ter comprometido toda a participação, acabaria por colocar em evidência a total dedicação de toda uma equipa, que de um modo coeso e com enorme rapidez, soube encontrar uma resposta para esse problema técnico que, no fundo, é normalíssimo suceder em qualquer competição. A intervenção técnica permitiu não só resolver essa questão de uma forma eficaz, como até resultou na introdução de melhorias que se viriam, depois, a refletir no desempenho global do Furia. Demonstrando essa evolução e resiliência, permitiu-nos assinar, no domingo, a melhor subida da rampa do Furia”, sublinhou aquele responsável.

“Neste particular, gostaria de deixar uma palavra especial para o público que desempenhou um papel crucial nesta participação, e que desde o momento da adversidade até às derradeiras subidas, manteve o seu apoio constante e caloroso. As reações de entusiasmo multiplicaram-se, com muitos visitantes a deslocarem-se ao Caramulo propositadamente para ver o Furia ao vivo. Entre eles, várias crianças que, fascinadas pelo supercarro português, fizeram questão de o acompanhar de perto. Este envolvimento espontâneo reforça o impacto emocional e simbólico que o projeto Adamastor já conquistou junto dos entusiastas”, acrescentou.

Do ponto de vista da condução, o fim de semana trouxe uma mensagem particularmente relevante, decorrente do facto de o Furia ter ali sido conduzido pelo próprio Frederico Ribeiro, e também por Guilherme Costa, jornalista da plataforma Razão Automóvel, abdicando-se, desta feita da utilização de um piloto profissional. “Esta escolha de condutores demonstrou que o nosso supercarro é um automóvel acessível e utilizável por qualquer pessoa, numa experiência que reforça a filosofia da Adamastor: criar um supercarro de alta performance intuitivo, comunicativo e controlável”.

Reconhecido pela sua exigência técnica, o traçado da Rampa do Caramulo voltou a colocar à prova toda a dinâmica e muito do potencial do Furia, um supercarro que se mostrou extremamente utilizável, transmitindo confiança e previsibilidade mesmo num percurso desafiante. A combinação entre chassis, direção e resposta do conjunto evidenciou a versatilidade do projeto, capaz de se adaptar a diferentes contextos sem perder o seu carácter. 

“Esta nossa presença no Caramulo Motorfestival de 2026 permitiu, tal como há um ano, a recolha de uma quantidade significativa de dados e de novas aprendizagens sobre o Furia, um modelo que, estando equipado com pneus de estrada, revelou comportamentos que serão valiosos para a continuidade do seu processo de desenvolvimento. A experiência foi, por isso, altamente positiva, contribuindo para afinar soluções, validar conceitos e reforçar a evolução natural do supercarro português”, concluiu aquele responsável.

O Caramulo Motorfestival 2026 permitiu, deste modo, a escrita de um novo e importante capítulo na ainda recente história do Adamastor Furia, desta feita sublinhado por episódios de superação, de proximidade com várias faixas etárias de público e, naturalmente, de demonstração de capacidades. Seguir-se-á a presença do Adamastor Furia em novos palcos, nacionais e também internacionais, num conceito que irá continuar a brilhar e a levar o nome de Portugal mais longe no universo dos supercarros.

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